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sexta-feira, 10 de julho de 2026
São Bento do Una já tem R$ 1 milhão em conta para compra de ônibus do TFD e ambulância, via emenda da deputada Débora Almeida
Prefeita Elcione prestigia a 26° edição da Fenearte
quinta-feira, 9 de julho de 2026
Débora Almeida prestigia abertura da 26ª FENEARTE no Centro de Convenções, em Olinda
CIRCO CELESTIA LANÇA CAMPANHA DE INGRESSO SOLIDÁRIO EM PROL DA LBV
Docente da FDR é indicado para cargo de ministro do Tribunal Superior do Trabalho
O presidente da República indicou o professor Sérgio Torres Teixeira, da Faculdade de Direito do Recife (FDR) da UFPE, para o cargo de ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Com a nomeação, assinada nesta terça-feira (7), o docente, que também é desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT-6), será o primeiro pernambucano a integrar a mais alta Corte da Justiça do Trabalho brasileira.
A indicação representa um marco para o Judiciário pernambucano e também o reconhecimento nacional de uma carreira voltada à promoção da Justiça e ao fortalecimento das relações de trabalho. “Há 30 anos, o professor Sérgio Torres integra o corpo docente de nossa casa, compartilhando seu vasto conhecimento, sua reconhecida competência e seu permanente espírito de colaboração com nossa comunidade acadêmica. Sua atuação como professor, pesquisador e magistrado honra a tradição da FDR/UFPE e inspira sucessivas gerações de estudantes e profissionais do Direito”, celebra a Faculdade de Direito em nota publicada em suas redes sociais. “Sua chegada ao Tribunal Superior do Trabalho engrandece a Justiça do Trabalho brasileira e constitui motivo de imenso orgulho para nossa casa”, diz ainda a nota.
Sergio Torres Teixeira é bacharel em Direito e especialista em Direito Público e em Direito do Trabalho pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), além de mestre e doutor em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Ele é magistrado desde 1991, tendo sido promovido a desembargador em 2013. Integra o Comitê Científico da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (Enamat) desde 2022 e o Centro Nacional de Inteligência da Justiça do Trabalho (CNIJT) desde 2025. Foi vice-presidente do TRT-6 no biênio 2023-2025.
O próximo passo é a sabatina a ser realizada com o magistrado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, em data ainda não divulgada.
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
quarta-feira, 8 de julho de 2026
Deputada Debora Almeida prestigia a 57ª edição da Festa das Marocas em Belo Jardim
Inscrições para Prouni 2026 do 2º semestre estão abertas
Os interessados em uma bolsa de estudos pelo Programa Universidade para Todos (Prouni) já podem se inscrever no processo seletivo do segundo semestre. O prazo de inscrições começou nesta terça-feira (7) prossegue até a sexta-feira (10).

O procedimento deve ser feito diretamente no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, do Ministério da Educação (MEC).
A iniciativa federal oferece bolsas de estudo integrais e parciais (50% do valor da mensalidade) em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas de ensino superior.
O candidato deverá optar por concorrer a bolsas destinadas à ampla concorrência ou àquelas destinadas a pessoas com deficiência (PCD) e autodeclaradas indígenas, pardas ou pretas.
Todas as informações sobre as regras deste processo seletivo estão no Edital nº 51/2026, publicado na última quarta-feira (1º) pelo Ministério da Educação (MEC).
Quem pode se inscrever
Para se inscrever, é necessário que o estudante tenha completado o ensino médio; participado das edições de 2024 ou de 2025 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem); obtido, no mínimo, 450 pontos na média das cinco provas do exame; e não tenha zerado a redação do Enem.
Os candidatos precisam atender a pelo menos uma das seguintes condições:
- ter feito o ensino médio integralmente em escola da rede pública
- ter feito o ensino médio como bolsista integral ou bolsista parcial em instituição privada
- ter mesclado o ensino médio entre escola pública e privada
- ser uma pessoa com deficiência como previsto na legislação
- ser professor ativo da rede pública de ensino que queiram cursar licenciatura ou pedagogia. Para esses docentes, não é exigido o limite de renda que se aplica aos demais candidatos
Quem participou do Enem na condição de treineiro, ou seja, para autoavaliação antes mesmo de concluir o ensino médio não pode se inscrever no Prouni 2026.
Além disso, é necessário que todos os inscritos se atentem aos critérios de renda exigidos para a obtenção da bolsa.
Para as bolsas integrais, que cobrem 100% do valor da mensalidade, a renda familiar bruta mensal por pessoa é de até 1,5 salário mínimo.
Já para as bolsas parciais, que cobrem 50% do valor da mensalidade, a renda familiar bruta mensal por pessoa é de até três salários mínimos.
Classificação
Para fins de classificação e eventual pré-seleção no processo seletivo, será utilizada a edição do Enem em que o estudante obteve a melhor média.
A classificação ainda observará a modalidade de concorrência escolhida na inscrição pelo candidato, por curso, turno, local de oferta e instituição, além de considerar se o candidato concorre em ampla concorrência ou às bolsas destinadas à implementação de políticas afirmativas.
Resultado
O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 15 de julho na página do Prouni. Já a segunda chamada sairá no dia 5 de agosto.
Depois disso, os selecionados na primeira chamada precisam comprovar as informações de 15 a 24 de julho. Já os da segunda chamada deverão confirmar entre os dias 5 e 14 de agosto.
Confira abaixo o cronograma oficial do Prouni 2026/2:
- inscrições: 7 a 10 de julho
- resultado 1ª chamada: 15 de julho
- resultado 2ª chamada: 5 de agosto
- lista de espera: 26 e 27 de agosto
- resultado lista de Espera: 1º de setembro
Por ordem de Moraes, PF faz busca por armas na casa de Bolsonaro
A Polícia Federal (PF) realizou nesta quarta-feira (8) uma varredura na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro em busca de armas, munições e documentos de registro, por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). 

A medida foi determinada por Moraes após uma das armas registradas em nome de Bolsonaro não ter sido entregue à PF, conforme ordem proferida pelo ministro na semana passada.
Na última sexta-feira, Moraes manteve a prisão domiciliar de Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, entre outros crimes. Naquela mesma decisão, o ministro ordenou que todas as armas registradas em nome do ex-presidente fossem entregues à PF.
Em resposta, a defesa informou que oito desses armamentos estavam sob custódia da Polícia do Exército. Moraes então mandou que o armamento fosse encaminhado à PF, mas os militares informaram que estavam apenas com seis armas.
Uma das armas faltantes, um revólver de 9mm, foi apreendida no mês passado com um dos seguranças de Bolsonaro, que foi parado em uma blitz de trânsito. O episódio motivou Moraes a cassar todos os registros de posse e porte de armas em nome do ex-presidente.
A última arma, uma carabina, estaria nas dependências de uma importadora de material bélico em Caxias do Sul (RS), segundo informou a defesa. A arma teria sido recebida de presente, mas nunca fora retirada do estabelecimento comercial, segundo os advogados.
A informação, contudo, não foi aceita por Moraes, pois “não foi acompanhada de documentação idônea capaz de comprovar a efetiva localização do armamento”, escreveu o ministro.
“Na presente hipótese, a discrepância entre as informações constantes dos autos e aquelas posteriormente apresentadas pela Defesa torna imprescindível a adoção de busca e apreensão domiciliar a fim de assegurar o efetivo cumprimento da ordem judicial de entrega integral das armas de fogo e afastar qualquer dúvida quanto à permanência de armamentos sob a posse, direta ou indireta, do condenado JAIR MESSIAS BOLSONARO”, afirmou o ministro na decisão mais recente.
Segundo postagem na rede social X feita pelo advogado João Henrique de Freitas, que integra a equipe de defesa, nada foi encontrado na casa de Bolsonaro na busca desta quarta (8). “É lamentável que um ex-Presidente da República ainda seja submetido a esse tipo de ação”, escreveu o defensor.
Confira abaixo as armas registradas em nome de Bolsonaro:
- Pistola Forjas Taurus, número de série KVJ78119, calibre .380 Automatic (permitido), registro SIGMA nº 77886
- Pistola Forjas Taurus, número de série SGW80868, calibre .40 Smith & Wesson (restrito), registro SIGMA nº 754078
- Pistola Glock, número de série BDFW477, calibre 9x19 COLOmm Parabellum (restrito), registro SIGMA nº 881733
- Carabina/Fuzil Caracal, número de série 16C167687, calibre 5,56x45 mm (restrito), registro SIGMA nº 1097009
- Pistola Caracal, número de série 11C150018, calibre 9x19 mm Parabellum (restrito), registro SIGMA nº 1097029
- Carabina/Fuzil Springfield Armory, número de série 1198953, calibre 7,62x51 mm (restrito), registro SIGMA nº 1070836
- Espingarda Typhoon, número de série JMB0001, calibre 12 GA (restrito), registro SIGMA nº 1386851
- Pistola Arex, número de série 0038, calibre 9x19 mm Parabellum (restrito), registro SIGMA nº 1632503
- Pistola SIG-Sauer, número de série M17091397, calibre 9x19 mm Parabellum (restrito), registro SIGMA nº 1784434
- Espingarda Maestro Arms Company, número de série 481-H21YD-1017, calibre 12 GA (permitido), registro SIGMA nº 1816471