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quarta-feira, 30 de setembro de 2026
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terça-feira, 29 de setembro de 2026
Governo de Pernambuco entrega nova creche no município de Tacaratu, no Sertão
O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Educação (SEE), entregou, nesta terça-feira (29), uma nova creche para ampliar a oferta de educação infantil no município de Tacaratu, no Sertão de Itaparica. Com capacidade para atender até 324 crianças, o Centro de Educação Infantil (CEI) Maria José Campos de Lima conta com dez salas de aula e estrutura completa para as atividades pedagógicas e administrativas. O investimento foi de aproximadamente R$ 6,2 milhões.
“Essa entrega é resultado do Regime de Colaboração entre Estado e município para ampliar o atendimento à primeira infância. É um espaço que vai acolher as crianças desde o berçário até a alfabetização, contribuindo para o desenvolvimento com qualidade”, explicou o secretário executivo de Articulação Municipal da SEE, Natanael Silva.
Além das salas de aula, a creche dispõe de sala multiuso, cozinha, refeitório, sala de amamentação, lactário, fraldário, vestiário, banheiros, lavabo, solário, sala dos professores, direção, secretaria e espaço de apoio aos funcionários, entre outros ambientes. O projeto prioriza a integração dos espaços e o atendimento às necessidades das diferentes faixas etárias. A estrutura também contempla requisitos de acessibilidade e segurança, facilitando a circulação, a visibilidade e o monitoramento das crianças.
A construção e a equipagem da creche foram viabilizadas pela Secretaria Estadual de Educação (SEE), em parceria com a Secretaria de Projetos Estratégicos (Sepe) e a Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab). A atuação do Governo de Pernambuco também inclui o apoio ao funcionamento da unidade, por meio de convênio técnico-financeiro firmado com o município, pelo qual o Estado custeará, por até um ano, a manutenção da creche referente às novas matrículas.
Com a entrega desta terça-feira, Pernambuco chega à marca de 23 creches entregues pelo Governo do Estado. Além de Tacaratu, já foram contemplados os municípios de Águas Belas, Arcoverde, Brejo da Madre de Deus, Buíque, Camaragibe, Caruaru, Ibirajuba, Igarassu, Ilha de Itamaracá, Itapissuma, Jaboatão dos Guararapes, Mirandiba, Palmares, Paranatama, Pombos, Sairé, Santa Cruz do Capibaribe, Serra Talhada, Tupanatinga e Tuparetama.
HOMENAGEM - O nome da creche reconhece a trajetória de Maria José Campos de Lima, nascida em 1942, com uma trajetória importante como servidora do Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco (TJPE). Também dedicou-se às causas humanitárias no município.
Fotos: Rafael Gueiros/SEE
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Luana Tavares projeta força da mulher negra e ancestral em álbum de estreia
Disco da integrante da Mostra Reverbo chega às plataformas em 1º de outubro com direção de Juliano Holanda
Moagem sintetiza em uma única palavra a condensação do mosaico cultural, afetivo, social e histórico processado artisticamente pela pernambucana Luana Tavares no primeiro álbum da carreira. A cantora da cidade de Goiana, na Zona da Mata Norte, mói feridas raciais e ancestralidades para fazer do canto uma reação melódica pela valorização da identidade e contra o preconceito. Mói opressões de uma região subjugada pela monocultura colonial para exaltar a resiliência de povos marcados pela bravura e pelo vigor criativo. E extrai dessas sinuosidades atemporais com reflexos na pele e na alma uma reconstrução chamada “Luana Tavares”, nome de batismo do disco marcado para o dia 1º de outubro em todas as plataformas digitais.
Link para as fotos tiradas por Beto Figueiroa: https://drive.google.com/
O álbum de Luana, integrante da Mostra Reverbo, reúne nove músicas autorais (seis delas inéditas) e conta com participações de artistas prestigiados na cena musical pernambucana tanto pelo ímpeto criativo como pela expressividade artística e a verve representativa. As parcerias enredam a cantora e compositora Isaar (voz), a cantora e atriz Gabi da Pele Preta (voz), o cantor e compositor Jonatas Onofre (piano), o músico Hélio Abulidu (voz) e o compositor e cantor Juliano Holanda (voz, baixo e violão) - também produtor e diretor musical do disco, cuja produção artística é assinada por Mery Lemos. A percussão fica a cargo de Gilú Amaral, o trombone, de Nilsinho Amarante e as vozes do coro ainda incluem Mery, Mayara Pêra e Vinícius Barros.
“É um disco em que trago um pouco mais de pulsação, de força. Conto sobre como essa bagagem de ser da Zona da Mata me atravessa e faz ver o mundo. As inquietações permanecem: de ser negra, de fazer minha poesia, do protagonismo negro. A proposta é enxergar outra Luana, construir outra mulher que eu ainda construo sempre a cada dia, com outra tônica, por esse momento da minha vida. Tenho a lua muito presente na minha vida e tenho faces que gostaria de descobrir. Esse disco vem dessa mistura, dessa vontade de dizer outras coisas, juntar pessoas. Eu não estou só, nunca estive - sempre tive presente a minha ancestralidade”, a cantora explica.
O álbum reúne nove músicas autorais (seis inéditas) e conta com participações de artistas prestigiados. Com desenhos melódicos muito marcados pela percussão, dialoga com signos musicais da presença africana, da música de terreiro e da sonoridade da Zona da Mata norte pernambucana, berço de Luana e Juliano. Na contramão de álbuns que compilam singles independentes, “Luana Tavares” mantém um fio condutor. “É um disco que conta uma história. Eu acho que era importante Luana se firmar como compositora, pois ela tem um trabalho muito complexo de criação”, defende Juliano.
A miscelânea construtiva torna Luana Tavares - disco e pessoa - a foz de uma pluralidade percebida nas faixas pela variedade de temas, embocaduras, cadências rítmicas, letras e reflexões. A cantora transita entre encorajamentos subjetivos de autoaceitação feminina a partir da força ancestral, elaborações sentimentais com alusões a referências urbanas, cativações maternas adornadas com aspectos da origem afro, exaltação ao poder da territorialidade sob inspirações regionais e desventuras amorosas atravessadas pelo desejo dimensionado por elementos da natureza. Estão presentes a espiritualidade e a cultura afrobrasileira, as raízes da Zona da Mata, a luta antirracista, a feminilidade, os afetos e dilemas humanos - Luana canta o coração e o mundo a partir das próprias dores e delícias.
“Luana Tavares” tem incentivo do Funcultura (Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura), por meio da Fundarpe e da Secretaria de Cultura do Governo de Pernambuco. Sucede “Boca da Mata” (registro ao vivo de estreia, em 2022, ancorado na ancestralidade e nas referências da Zona da Mata) e “Outro Astral” (EP e álbum visual, de 2025, marcado por uma sonoridade mais diversificada e em expansão). A cantora pinçou para o novo disco, entre os singles já lançados, as músicas “Boca da Mata” e “Tomara” (composições próprias) e “Minha Missão” (coautoria com Gabi da Pele Preta). As inéditas são “Sabença”, “Espelho” e “Onde está meu coração”, de autoria própria, e “O amor vai nos dizer” (com Jonatas Onofre e Revoredo), “Lama” (com Juliano Holanda) e “Flerte” (com Helio Abulidu).
O conjunto colore sonoramente a exuberância artística das canções e dá múltiplos tons a uma mensagem de superação contra marginalizações de gênero, cor e origem embutida no disco. “Isso se reflete na minha criação de uma maneira que eu não deixo que nada me atropele. Tudo é desaguado nas composições. Consigo esbravejar contra tudo que me atravessa. Fazer esse disco faz parte disso, deixar um suspiro pra quem tá fazendo. A gente não pode morrer enquanto está tentando viver”, diz. Luana (e a mata) é para ouvir.
Serviço
“Luana Tavares”, de Luana Tavares
A partir de 1º de outubro nas plataformas digitais
FAIXA A FAIXA
Sabença - É quase uma conversa, súplica, que vai buscar nas palavras a sabedoria, com musicalidade marcada pela percussão e os instrumentos de sopro, muito presentes na Zona da Mata pernambucana. As palavras se tornam o ritual, a sabedoria sendo a regente, essa mãe que dá essas respostas.
Flerte - Parceria com Hélio Abulidu, é uma canção mais sensual, que traz desejos e troca de vontade, em meio à sensualidade da cumbia e música latina. É um retrato da mulher que avança. Traz mulher com outra pele, feminino exalando, energia de conquista, jogo do flerte.
Minha Missão - Deto com Gabi da Pele Preta, mantém a sonoridade latina. É uma canção de autoaceitação, sem muitas cobranças. “Investir na gente é o caminho menos árduo de existir enquanto mulher negra”, crava Luana.
Espelho - É mulher diante de si, já se enxerga, quer reafirmar e aterrar a descoberta de si. Uma das mais representativas do álbum, esse ijexá é uma espécie de oração sobre força e valorização de si e inclui uma potente mensagem recitada pela mãe biológica de Luana.
Onde Está Seu Coração - É canção que convida a refletir sobre ilusão, verdade, morte, o que é eterno. Traz o coração como bússola norteadora da existência e versa sobre estar presente em si para que nada seja em vão.
Boca da Mata - Coloca o demarcador desse local de onde Luana é, com uma força imagética grande dos elementos que a norteiam. A natureza é muito presente. E é essa boca que conta, que canta, que denuncia. Instrumentalmente, é a mais robusta, com participações de todos os convidados.
Tomara - Com participação de Isaar, é um samba de roda sobre desejo, sobre a gente ser o outro e o outro ser a gente, e sobre precisar desejar coisas boas para quem está no caminho. É a música mais solar.
Lama - Parceria com Juliano Holanda, carrega um tom de desabafo e questionamento sobre sair da Zona da Mata e ir para um lugar de asfalto e de concreto, mas sem perder as referências. “Você acaba sendo espremido, questionado, colocado no canto, nas margens. Você não é visto totalmente, por completo. Uso a lama no sentido figurado, coisa que as pessoas não querem tocar, se misturar. Por ter vindo de outro lugar, estar aqui e me sentir acuada, afastada, meio às margens. E a lama tem a força de fazer brotar coisas boas e bonitas. Você aprende a conviver sem deturpar sua imagem”, reflete.
O Amor Vai Nos Dizer - Parceria com Jonatas Onofre e Alexandre Revoredo, sintetiza tudo de uma maneira suave e bonita com versos sobre transformação, mudança e não se perder do caminho. O amor surje como a linha que entrelaça tudo isso e que faz brotar novas chances de de viver.
Governo de Pernambuco inicia dragagem do rio Beberibe e outras intervenções urbanas em Peixinhos, em parceria com o governo federal
Com investimento de R$ 457 milhões, as obras vão beneficiar cerca de 10 mil famílias, com foco no desassoreamento e na melhoria da infraestrutura urbana
Nesta terça-feira (29), o Governo do Estado, em parceria com o governo federal, deu início às obras de dragagem do rio Beberibe. As ações coordenadas pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) e da Companhia Estadual de Habitação e Obras de Pernambuco (Cehab), atendem à comunidade de Peixinhos, em Olinda, no combate a enchentes e alagamentos e contam com e um projeto de urbanização integrada, proporcionando segurança hídrica, demanda histórica da população. Essas intervenções fazem parte de um conjunto de investimentos de urbanização na região que somam R$ 457 milhões e vão impactar diretamente cerca de 10 mil famílias.
“A definição da empresa que executa as obras e a mobilização dos equipamentos no local marcam o início efetivo da execução física deste projeto transformador para a Região Metropolitana, especialmente para as 10 mil famílias moradoras do entorno”, afirma o secretário da Seduh, Rodrigo Ribeiro.
Com uma duração estimada de 15 meses, a iniciativa contempla a dragagem de 5,5 quilômetros do leito do rio e um projeto de urbanização integrada nas áreas limítrofes entre os municípios do Recife e Olinda. A dragagem do rio Beberibe será realizada de duas maneiras: por sucção e mecanizada, buscando aumentar a profundidade do leito, removendo dejetos e sedimentos para restabelecer a capacidade de vazão hidráulica e mitigando os riscos de alagamentos na bacia.
“A metodologia empregada na intervenção visa restabelecer a capacidade de vazão hidráulica do Beberibe, estabilizar as margens e garantir a proteção ambiental, mitigando as ocorrências de alagamentos e integrando o saneamento do rio ao futuro desenvolvimento urbanístico do entorno”, detalha o secretário executivo de Desenvolvimento Urbano, Francisco Sena.
INVESTIMENTOS – Do valor total investido nas obras, R$ 150 milhões são provenientes Governo do Estado e são destinados aos serviços de dragagem, contenção de margens e remoção de aproximadamente 339 mil toneladas de sedimentos e vegetação ao longo de 5,5 quilômetros do leito, entre a ponte Cidade do Monteiro e a foz do rio.
Os outros R$ 307 milhões, com recursos viabilizados pelo Governo Federal por meio do programa Novo PAC/Periferia Viva, serão direcionados para melhorias estruturais em Peixinhos, como parques lineares nas margens do rio, serviços de urbanização e obras habitacionais.
O programa Morar Bem Pernambuco prevê a construção de 464 unidades habitacionais no entorno das obras. A modalidade Reforma no Lar do programa já cadastrou 783 famílias e reformou 460 residências na região, com um aporte acumulado de R$ 10,7 milhões em serviços como pintura, melhorias elétricas, hidráulicas e de cobertura, investindo até R$ 18 mil por imóvel. De acordo com a Pernambuco Participações (Perpart), espera-se beneficiar 713 famílias também por meio de regularização fundiária, garantindo a legitimidade das propriedades e a segurança jurídica do patrimônio.
A Seduh também conduz um Plano de Trabalho Técnico Social, cadastrando as famílias impactadas pela dragagem do Beberibe e fazendo o acompanhamento contínuo durante as obras, com atendimento disponível no Posto Territorial do programa Periferia Viva e também por meio de reuniões e escutas públicas que ajudam a monitorar as etapas do projeto.
Fotos: Divulgação/Seduh
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segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Governo de Pernambuco inaugura creche em Mirandiba, no Sertão Central
O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Educação (SEE), inaugurou, nesta segunda-feira (28), uma creche no distrito de Cachoeirinha, no município de Mirandiba, no Sertão Central. O Centro de Educação Infantil (CEI) Salvador Rodrigues Xavier tem capacidade para atender até 324 crianças e amplia a oferta de vagas na educação infantil, fortalecendo o acesso a essa etapa da educação básica. O investimento foi de aproximadamente R$ 6 milhões.
“Esta é a 22ª unidade de creche entregue pelo Governo do Estado. O equipamento vai atender famílias que poderão deixar seus filhos em um espaço adequado enquanto trabalham, com estrutura voltada ao desenvolvimento e ao cuidado das crianças”, afirmou o secretário executivo de Articulação Municipal da SEE, Natanael Silva.
A nova creche conta com dez salas de aula, projetadas para atender turmas de creche e pré-escola em jornadas de tempo integral e parcial. A estrutura inclui recepção, direção, depósito, lavabo, sala dos professores, secretaria, sala de amamentação, sala multiuso, banheiros, fraldário, lactário, solário, cozinha, despensa, paneleiro, vestiário e espaço de apoio aos funcionários. Os ambientes são integrados e contam com espaços de convivência entre as diferentes faixas etárias e aberturas que favorecem a visibilidade, o monitoramento e a fluidez espacial. Toda a estrutura atende às normas de acessibilidade.
A unidade foi construída pela Secretaria de Educação, em parceria com a Secretaria de Projetos Estratégicos (Sepe) e a Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab). O modelo estabelece que o Governo de Pernambuco seja responsável pela construção e equipagem da creche e, por meio de convênio técnico-financeiro firmado com o município, pelo custeio de sua manutenção por até um ano, referente às novas matrículas. O município, por sua vez, assume a gestão pedagógica e administrativa da unidade de ensino.
HOMENAGEM - A creche homenageia Salvador Rodrigues Xavier, conhecido como “Vodô”. Sua trajetória foi marcada pelo trabalho, pela dedicação à vida pública e, sobretudo, pelos serviços prestados ao município de Mirandiba, especialmente ao distrito de Cachoeirinha.
Foto: Rafael Gueiros/SEE
Cinderela anuncia show inédito de paródias para comemorar 35 anos
Espetáculo comemorativo transforma passagens do cotidiano em músicas hilárias
Personagem icônica do teatro e do humor pernambucanos, Cinderela chega aos 35 anos de existência em 2026. Para celebrar a data, Jeison Wallace, o nome por trás de Cindy, como é chamada atualmente, desenvolveu um espetáculo inédito que estreia no Alma Café, em Olinda, no dia 15 de outubro.
Em “A Vida é uma Paródia”, Cindy abre o baú de suas memórias e transforma histórias vividas e ouvidas ao longo da carreira em um grande encontro de música, humor, irreverência e emoção. Passagens do cotidiano, fofocas e desabafos constituem matéria-prima para os versos autorais e cômicos. A promessa é levar o público a cantar, rir, se emocionar e perceber que, no fundo, a vida de todos pode virar uma boa paródia.
“Para mim, é motivo de felicidade e também orgulho chegar a três décadas e meia de trajetória como Cindy. Receber o carinho das pessoas na rua, de criancinhas a idosos, me faz ter certeza de que todo o esforço vale a pena”, diz Jeison, consolidado como um dos artistas mais queridos do público pernambucano.
No palco, passagens do cotidiano se misturam a músicas guardadas na memória afetiva de várias gerações. Canções conhecidas por todos ganham uma nova leitura, carregadas do humor, da criatividade e do jeitinho único responsável por colocar Cinderela no panteão da dramaturgia e da televisão brasileira.
Cindy não é mais uma mocinha - e os versos jocosos criados para o show acompanham a evolução da personagem criada para a marcante peça “Cinderela: A história que sua mãe não contou”, lançado em 1991 e responsável por lotar teatros em vários estados brasileiros até hoje.
“A Vida é uma Paródia” é a comemoração de uma vida dedicada à arte - contada através de personagens, situações, lembranças e músicas que, de alguma maneira, também fazem parte da história dos pernambucanos. Porque, para Cindy, a vida pode até ser uma paródia… mas a história de 35 anos de Cinderela é um espetáculo.
SERVIÇO
“A Vida é uma Paródia: 35 anos de Cinderela”
Quando: 15 de outubro, às 20h
Onde: Alma Arte Café (Ladeira da Misericórdia, 106, Olinda)