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quarta-feira, 8 de maio de 2024
Pernambuco garante investimento de mais de R$ 400 milhões para obras atendidas pelo Novo PAC Seleções
Conservatório Pernambucano de Música realiza evento em celebração ao Dia das Mães
Grupos instrumentais e vocais farão apresentações gratuitas
O Conservatório Pernambucano de Música (CPM) celebra o Dia das Mães com duas noites de apresentações abertas ao público no Teatro de Santa Isabel, no Centro do Recife. Os eventos fazem parte da segunda edição da Festa da Música Instrumental e Vocal, e acontecem no sábado (11) e domingo (12), a partir das 18h, com a presença de vários grupos formados pela instituição. A entrada é gratuita.
No primeiro dia, sobem ao palco os grupos instrumentais Allegretto, Orquestra Acadêmica Combo CPM e a Banda Sinfônica da instituição. Já o domingo será marcado por apresentações dos grupos vocais Coros infantil e Juvenil, Sexta Justa, Coro de Câmara, Blue Jeans, O Curió e Confluir.
“É com grande alegria que convidamos toda a sociedade para assistir mais um grande evento musical de alta qualidade e bastante diversificado, promovido pelo Conservatório Pernambucano de Música. A Festa da Música Instrumental e Vocal do CPM contará com dois dias de apresentações dedicadas à promoção musical de grupos da nossa instituição”, destaca a gerente geral do CPM, Janete Florêncio.
Os interessados devem chegar uma hora antes das apresentações para retirar os ingressos na bilheteria do teatro.
HC-UFPE debate tecnologia e cuidados em saúde na 85ª Semana Brasileira de Enfermagem
Pela segunda vez, o evento “Viva Mainha” vai acontecer para celebrar o Dia das Mães em Fernando de Noronha
Um Roteiro para Mudanças Globais Sustentáveis
terça-feira, 7 de maio de 2024
Roberta Campos estreia show no Recife da turnê ''Cinco partes de Mim''
Com releituras de Marisa Monte, Djavan, Clube da Esquina, Kid Abelha e claro, sucessos de Roberta, “ Cinco partes de mim” é o novo projeto da cantora que tem sua apresentação no Recife marcada para dia 9 de maio no Teatro do Parque.
O show passeara pelos principais artistas que ao longo do tempo foram fundamentais na formação artística da cantora. “ Ouvir todos esses artistas desaguaram na minha própria arte” conta Roberta. Com um repertório marcante e prazeroso a cantora trará para o seu universo as principais canções dos artistas escolhidos em seu novo show, entre eles o sucesso de Grand’ Hotel que é a música mais tocada nas principais rádios do pais.
Cantora, instrumentista e compositora, Roberta é autora de músicas que fizeram parte das principais trilhas sonoras de novelas, como “Abrigo”, de “O Outro Lado do Paraíso”; “Minha felicidade”, tema de abertura de “Sol Nascente”; e “Todo Dia”, da novela “Órfãos da Terra”. Com o disco “Todo Caminho é Sorte”, ela foi indicada ao Grammy Latino 2016 na categoria “Melhor Álbum de MPB”.
Lucro líquido do banco BV cresce 14,1% no primeiro trimestre na comparação anual
O lucro líquido do banco BV somou R$ 321 milhões entre janeiro e março deste ano. A cifra é 14,1% maior que a registrada no mesmo período do ano passado. O melhor resultado é reflexo da queda da inadimplência e do aumento da carteira de crédito do varejo, sobretudo do financiamento de veículos.
O ROE manteve a trajetória de crescimento com aumento de 1 ponto percentual sobre o primeiro trimestre de 2023 alcançando 10%. A expansão é fruto da prudência na concessão de crédito, com foco em produtos com garantia e melhor perfil de risco, que vem surtindo efeito positivo na qualidade da carteira. O índice de inadimplência recuou 0,3 ponto percentual para 4,9% sobretudo por conta da queda dos índices da carteira do varejo. Desta forma, o custo de crédito do BV caiu 20,3% no período.
“O desempenho do BV no primeiro trimestre reforça que, passado o período mais crítico de endividamento das famílias, temos crescido de forma consistente e com rentabilidade. A expansão, por mais um trimestre, da carteira de crédito, receita com serviços, eficiência operacional e do lucro demonstra nossa solidez financeira e força comercial”, afirma Gabriel Ferreira, CEO do banco BV.
A carteira de crédito para financiamento de veículos leves usados, segmento no qual o BV é líder há 11 anos seguidos, encerrou o primeiro trimestre em R$ 43,8 bilhões, 15% superior à do mesmo período de 2023. O segmento de financiamento de veículos novos, pesados e motos também apresentou forte expansão no período, 21,9%, para R$ 4,7 bilhões. Por fim, a carteira de empréstimos com garantia de veículo (EGV), em que o BV também é líder, somou R$ 3,4 bilhões, 46% acima do primeiro trimestre de 2023. Com esses números, a carteira de crédito do varejo do banco subiu 9,3%, para R$ 61,9 bilhões no final de março. Já a carteira de crédito total do BV atingiu R$ 88 bilhões, expansão de 4,3%.
Num contexto de elevado número de recuperações judiciais e pressão de inadimplência das empresas, o banco adotou uma postura conservadora de priorização da rentabilidade. Com isso, a carteira de crédito do atacado teve queda de 6% sobre o primeiro trimestre de 2023, para R$ 26 bilhões. Além disso, a retração reflete o reposicionamento estratégico do banco de diversificação da carteira e pulverização de riscos. Foram destaque no trimestre os volumes de operações de dívida coordenadas pelo BV, de R$ 5,8 bilhões, e a segunda posição como maior distribuidor de FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios).
A receita de serviços e corretagem também contribuiu de maneira positiva para o resultado do BV com expansão de 44,1% frente ao primeiro trimestre de 2023. A emissão de prêmios de seguros totalizou R$ 419 milhões no primeiro trimestre, novo recorde. A expansão da unidade de seguros, juntamente com o negócio de Banking as a Service e a coordenação de emissão de dívidas impulsionaram as receitas de serviços em 34,4% para R$ 652 milhões.
O BV encerrou março com 5,5 milhões de clientes pessoas físicas, crescimento de 16,4% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O volume total de pagamentos teve aumento de 24,9%, para R$ 10 bilhões, em mais um trimestre de expansão do banco relacional.
“Mostramos mais um trimestre de crescimento robusto. Com conhecimento do perfil e da capacidade de pagamento dos nossos clientes, mantivemos a nossa conduta para uma oferta de crédito diligente e responsável, o que tem se refletido em menores taxas de inadimplência e queda no custo do crédito. Nosso índice de cobertura está em 161% e índice de Basileia, em 15,5%, 1,3 ponto percentual acima de um ano antes”, afirma Ronaldo Helpe, diretor financeiro do BV. “Os dados indicam que o banco está numa posição competitiva vantajosa para capturar a melhora do cenário econômico e expansão do crédito no país e as perspectivas positivas que se desenham para este ano”, conclui.
Sobre o banco BV
O banco BV é uma das maiores instituições financeiras do país em ativos e atua nos segmentos de Varejo e Corporate & Investment Banking. Em sua estratégia de negócios, reúne a solidez dos bancos tradicionais com o mindset dos digitais. O banco é líder de financiamento de placas solares, especialista no financiamento de veículos usados leves e a primeira instituição a neutralizar a emissão de poluentes dos automóveis que financia. Conhecida pelas parcerias com startups, a instituição apresenta soluções inovadoras para o mercado. O banco BV definiu seus compromissos com os pilares ambientais, sociais e de governança no documento público "Compromissos para um futuro mais leve 2030".
Dia Mundial do Câncer de Ovário: 1 a cada 4 mulheres com câncer de ovário apresenta mutação hereditária
Todo câncer é genético (ocorre por transformações no DNA ao longo da vida, gerando assim as mutações neste código genético que favorecem o surgimento da doença). Porém, em 5% a 10% dos casos, esta alteração genética é herdada ao nascimento. Esse percentual atribuído a hereditariedade vale para quase todos os cânceres que acometem a maioria dos órgãos humanos. Dentre as exceções, está o câncer de ovário, cuja influência da hereditariedade no número de casos atinge os 25%, portanto, uma em cada quatro mulheres diagnosticadas com câncer de ovário. Na ausência de um exame de rastreamento – assim como a colonoscopia ou mamografia em câncer colorretal e de mama – a atenção ao histórico familiar é uma importante medida para se reduzir as taxas de diagnóstico tardio e, consequentemente, de mortalidade por tumores ovarianos. O alerta, alusivo ao 8 de maio, Dia Mundial do Câncer de Ovário, é do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA).
A maioria destes casos se enquadra na síndrome de câncer de mama e ovário hereditário, associada com mutações nos genes BRCA 1 e BRCA 2. “Em particular, a mutação dos genes BRCA1 e BRCA2 é bem conhecida e estudada. A paciente ter esta mutação não significa que ela está com câncer ou que irá, de fato, desenvolver a doença, mas é importante ela saber que o risco é aumentado em relação às mulheres em geral”, explica Glauco Baiocchi Neto, cirurgião oncológico e presidente do Grupo EVA.
A campanha tem como objetivo, segundo o EVA, aumentar a conscientização sobre os fatores de risco associados a esta doença, bem como destacar os avanços na pesquisa e no tratamento. É fundamental que as mulheres estejam cientes dos fatore de risco, como idade, exposição a produtos químicos, radiação, fatores reprodutivos, fatores dietéticos e metabólicos, fatores hormonais, radioterapia anterior, história familiar e hereditariedade. Com o tempo, várias mutações podem surgir em uma célula, permitindo que ela se divida e se transforme em câncer. Geralmente isso acontece com o passar dos anos e isso explica porque os tumores ocorrem em idade avançada.
As características que alertam para a síndrome de câncer de mama e ovário hereditário são:
- Uma ou mais mulheres são diagnosticadas com câncer de mama aos 45 anos ou menos ou toda mulher que recebe o diagnóstico de câncer de ovário, em qualquer idade.
- Uma ou mais mulheres são diagnosticadas com câncer de mama antes dos 50 anos com uma história familiar adicional de câncer, como câncer de próstata e de pâncreas.
- Existem cânceres de mama e/ou ovário em várias gerações no mesmo lado da família, como ter uma avó e uma tia do lado paterno diagnosticadas com esses tipos de câncer.
- Uma mulher é diagnosticada com um segundo câncer de mama na mesma ou na outra mama ou tem câncer de mama e de ovário.
- Um parente do sexo masculino é diagnosticado com câncer de mama.
- Há uma história de câncer de mama, câncer de ovário, câncer de próstata e/ou câncer de pâncreas no mesmo lado da família.
- Ter ascendência judia Ashkenazi.
Recomenda-se que essas características sejam analisadas por um serviço de Oncogenética, durante atendimento de Aconselhamento Genético. E, com isso, poderá ser solicitado um teste genético, que consiste em investigar, no sangue da paciente, a presença de uma mutação em gene como o BRCA1. Em caso de síndrome hereditária confirmada, as possibilidades são a realização de cirurgia profilática, que consiste em retirar – preventivamente – o ovário e as trompas de falópio. “Como não há um método de rastreamento do câncer de ovário, como ocorre com a mama, que têm a mamografia e exames auxiliares, a Ooforectomia, procedimento cirúrgico indicado para remover um ou os dois ovários, é a melhor escolha”, ressalta Baiocchi.
CÂNCER DE OVÁRIO EM NÚMEROS - No mundo, o câncer de ovário é o oitavo câncer mais comum na mulher e dentre os tumores ginecológicos é o terceiro mais comum, com 324 mil novos casos anuais, estando atrás apenas do câncer de colo do útero e endométrio. No triênio de 2023 a 2025, são previstos 7.310 casos novos casos por ano, o que equivale a 6,62 casos novos a cada 100 mil mulheres, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Em termos de mortalidade no Brasil, ocorreram, em 2020, 3.920 óbitos por câncer de ovário.
De acordo com levantamento da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), cerca de 70% a 80% das mulheres diagnosticadas com câncer de ovário no Brasil morrem, por causa direta desta doença, em menos de cinco anos após o diagnóstico. Esse dado é reflexo, principalmente, da alta taxa de diagnóstico tardio no Brasil. Cerca de 80% dos casos de câncer de ovário são descobertos já em fase avançada da doença.
SINTOMAS DE ALERTA - Embora inespecíficos (podendo ser confundidos com outras doenças) e silenciosos na maioria dos casos, há sintomas que são importantes sinais de alerta de câncer de ovário.
- Inchaço frequente;
- Dor abdominal e pélvica;
- Cólicas;
- Pressão pélvica;
- Falta de apetite;
- Aumento da necessidade de urinar;
- Indigestão;
- Náusea;
- Dor nas costas;
- Constipação;
- Fadiga;
- Dor durante a relação sexual;
- Alterações no ciclo menstrual, como sangramento após a menopausa.
Esses sintomas ocorrem frequentemente em um grande número de mulheres com câncer de ovário. No entanto, é possível que sejam causados por outra condição. Para isso, é importante a avaliação com o ginecologista.
FATORES PARA O DESENVOLVIMENTO - Embora a hereditariedade seja um fator de risco, existem outros que podem aumentar o risco da doença. Similarmente ao que ocorre com a maioria dos casos de câncer de mama, os tumores malignos de ovário surgem, em cerca de 80% dos casos, por influência direta dos hormônios. Infertilidade e questões associadas com maior frequência de ciclos menstruais mensais como menarca precoce, menopausa tardia, nuliparidade (nunca ter tido filhos), dentre outras, assim como obesidade e tabagismo, são os principais fatores de risco.
Dentre os efeitos protetores estão o controle do peso, alimentação equilibrada e prática de atividade física, assim como o uso de contraceptivos por pelo menos cinco anos. Ter filhos, assim como a amamentação, também colabora na diminuição do risco de desenvolver algum tumor nos ovários.
TRATAMENTO PARA PACIENTES COM CÂNCER DE OVÁRIO – A indicação do tratamento depende se o câncer está confinado ao ovário ou se espalhou para tecidos próximos ou para outras partes do abdômen ou do corpo. A cirurgia e a quimioterapia – os tratamentos mais usados para o câncer de ovário – podem ser eficazes mesmo depois que a doença se espalhou.
Recentemente, novas opções de tratamento foram adicionadas, como terapias direcionadas ou biológicas. Por vezes, a cirurgia não é possível, noutras - como no caso de doença limitada ao ovário com bom prognóstico em doentes jovens - a cirurgia, sem posterior quimioterapia e a preservação do útero e do outro ovário podem ser suficientes e seguros. O tipo de tumor diagnosticado também pode determinar o tratamento.
Em casos de câncer de ovário avançado, a indicação mais comum é de histerectomia (remoção cirúrgica do útero e do colo do útero e a remoção de outro tumor que possa ter se espalhado para fora do ovário. Uma vez que o útero é removido, a mulher não pode mais engravidar.
Terapias mais recentes - Ao longo dos anos, mesmo para o câncer de ovário, medicamentos-alvo, como antiangiogênicos e inibidores de PARP, tornaram-se disponíveis. Estes últimos, especialmente para pacientes com mutações no gene BRCA, têm se mostrado muito eficazes como terapias de manutenção ao final da quimioterapia.
Atenção aos exames ginecológicos - Como dito, até o momento, não existem exames confiáveis para diagnosticar o câncer de ovário em seus estágios iniciais, antes do início dos sintomas da paciente. Mas exames de rotina e consulta regular com ginecologista podem ajudar a detectar o câncer. Entre os exames, estão os seguintes:
Ultrassom: uma pequena sonda pode ser inserida na vagina ou acima do abdômen, dando assim a possibilidade de ver perfeitamente se existe algum tipo de anomalia.
Tomografia computadorizada: esse tipo de raio-x capta imagens dos ovários e revela com mais precisão se há alguma anormalidade nessa área.
Laparoscopia: é inserido um tubo fino, quase como uma câmera, onde o médico consegue medir o tamanho do possível tumor.
Exames de sangue: além dos exames anteriores, é imprescindível fazer um exame de sangue. Estes testes permitem-nos saber se existem anomalias. Neste tipo de câncer é muito provável que as proteínas subam demais. Por isso também é importante que você faça um check-up frequente, pelo menos um exame de sangue por ano.
A detecção precoce e o tratamento imediato são importantes, portanto, fazer exames de saúde regulares e conhecer os sintomas são boas maneiras de se proteger. Infelizmente, não há um bom teste de triagem para câncer de ovário, especialmente para aqueles sem fatores de alto risco.
Dar visibilidade a esse câncer e informar sobre seus sintomas e abordagem para que a população em geral conheça e possa obter diagnósticos precoces é, hoje, a melhor prevenção. Por isso, é importante não esquecer de avisar o ginecologista se houve algum tipo de câncer ginecológico ou de mama em sua família, levar um estilo de vida e alimentação saudáveis, controlar o estresse no dia a dia, manter-se ativo e evitar a obesidade.
Sobre o Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA)
O EVA é uma associação sem fins lucrativos, composta em sua maioria por médicos, que tem como missão o combate ao câncer ginecológico. Seu time, multiprofissional, atua com foco na educação, pesquisa e prevenção, assim como promove apoio e acolhimento às pacientes e aos familiares.
A idealização e a organização do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos foram iniciadas pela oncologista clínica Angélica Nogueira Rodrigues, no Hospital do Câncer II do Instituto Nacional de Câncer (INCA). A primeira reunião ocorreu em 12 de março de 2010 e o nome Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos passou a ser utilizado a partir desta data.
A primeira reunião para nacionalização do grupo ocorreu no Congresso da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), em 2013, na cidade de Brasília. O nome EVA foi resultado de uma reunião neste evento e foi sugerido pela oncologista clínica, coordenadora da área de apoio ao paciente (advocacy) do grupo, Andréa Paiva Gadelha Guimarães. O ginecologista oncológico Glauco Baiocchi Neto é o diretor-presidente do EVA na gestão 2023-2024.
Escolas da Rede Estadual fazem campanha para arrecadar donativos para o Rio Grande do Sul
Unidades recebem donativos e mobilizam as comunidades
Em momentos de adversidade, cada contribuição faz a diferença. Diversas escolas da Rede Estadual de Pernambuco realizam ações de arrecadação de donativos para as vítimas da catástrofe climática no Rio Grande do Sul. Estudantes, professores, funcionários e as comunidades no entorno das unidades escolares fornecem esperança e conforto para aqueles que enfrentam dificuldades neste momento.
A Gerência Regional de Educação (GRE) Recife Sul mobilizou todas as suas unidades jurisdicionadas para a campanha. Durante toda a semana, as escolas vão receber alimentos não perecíveis, colchões, cobertores, materiais de higiene e roupas. “Essa mobilização dura toda a semana. Na segunda-feira (13), um carro passará para recolher esses materiais e levará para um ponto de coleta no aeroporto”, detalha a gerente regional da GRE, Viviane Silva.
Uma das unidades envolvidas na ação é a Escola de Referência em Ensino Fundamental (EREF) Luís de Camões, localizada em Brasília Teimosa. A gestora, Andreia Magalhães, conta que tem sensibilizado a comunidade escolar, que está bastante empenhada. “Temos conversado com os pais dos alunos e com os professores para conscientizar sobre a importância da doação”, conta.
A mobilização também acontece no interior. A Escola Técnica Estadual (ETE) José Nivaldo Pereira Ramos, localizada em Santa Cruz do Capibaribe, é um ponto de arrecadação de referência na região. “A nossa campanha solidária envolve nossos estudantes e toda a comunidade. Os jovens se empenham em ajudar, pois entendem a tragédia pela qual nossos irmãos gaúchos estão vivendo. Estamos unidos pela solidariedade”, comenta a gestora da unidade, Maria Silvania Bezerra.
Imagens: divulgação

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