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terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

MEC e Inep iniciam pesquisa sobre Enem 2023

Questionário, que deve ser respondido até 8/3, identificará percepção de inscritos sobre preparação para prova, expectativas de acesso à educação superior e deslocamento até local de aplicação


Nesta terça-feira, 27 de fevereiro, o Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) iniciaram, com apoio da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), a aplicação da pesquisa “Participação dos Estudantes no Enem 2023”. O questionário é voltado a todos os inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2023 e estará disponível para ser respondido até o dia 8 de março.

O preenchimento da pesquisa é fundamental para o aperfeiçoamento do exame nas próximas edições. As perguntas vão desde a preparação para a prova até a logística de deslocamento ao local de aplicação. No levantamento, também serão mensurados os motivos que levam os estudantes a não participar do exame e as expectativas para o ensino superior.

Como funcionará?

• A partir desta terça-feira (27), todos os inscritos receberão o link da pesquisa por e-mail.

• Antes de iniciar o processo, o participante precisa verificar seus dados e responder à seguinte pergunta: “Você deseja participar da pesquisa ‘Participação dos Estudantes no Enem 2023’?”

• Ao assinalar “SIM”, o estudante dará sequência ao questionário.

• Após enviar as respostas, o participante não poderá responder novamente às questões nem acessar a ferramenta.

• O link para participação é pessoal e intransferível.

Enem – O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem se tornou a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (Prouni).

Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o Enem para selecionar estudantes. Os resultados são considerados critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servirem de parâmetro para acesso a auxílios governamentais, como o proporcionado pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

Fonte: Ministério da Educação

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Nordeste: a 'mina' da energia solar

Região domina o Top 10 de Geração Centralizada e já representa cerca de 20% da Geração Distribuída proveniente desta fonte de energia renovável


A energia solar fotovoltaica está em franca ascensão em território brasileiro, e o Nordeste tem se destacado, tanto em Geração Centralizada, representada por grandes usinas, quanto em Geração Distribuída, representada por usinas de pequeno e médio porte, instaladas no próprio local de consumo ou perto dele.

No ranking da Geração Centralizada proveniente de radiação solar, elaborado pela Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), seis dos nove estados nordestinos aparecem no Top 10, liderados pela Bahia, que é a vice-líder, com mais de 27 GW (gigawatts) de potência outorgada (em operação, em construção e com a construção ainda não iniciada). Logo depois, aparecem Piauí, em 3º lugar; Ceará, em 4º; Rio Grande do Norte, em 5º; Pernambuco, em 7º; e Paraíba, em 8º.

Já na Geração Distribuída também proveniente da radiação solar, a participação regional é um pouco mais modesta, embora ainda relevante, correspondendo a cerca de 20% da potência instalada em território brasileiro, com mais de 5,3 GW (gigawatts). A Bahia se destaca, novamente, na 7ª posição geral, com aproximadamente 1,1 GW em operação. Em seguida, aparecem Ceará, em 11º lugar; Pernambuco, em 13º; Rio Grande do Norte, em 15º; Maranhão, em 16º; Piauí, em 17º; Paraíba, em 19º; Alagoas, em 22º e Sergipe, em 23º.

Túlio Fonseca, CEO da rede de franquias Energy Brasil, um dos principais players do mercado nacional de energia solar, ressalta que o Nordeste está se fortalecendo a cada ano como uma grande potência das energias renováveis, mas ainda há muitas oportunidades de investimento neste nicho do mercado, especialmente para a Geração Distribuída.

“Uma das vantagens da região é a alta incidência de irradiação solar durante o ano inteiro. Os estados nordestinos estão localizados perto da Linha do Equador e, por isso, têm a maior radiação global média do País. Consequentemente, seus sistemas fotovoltaicos tendem a ter melhor desempenho. Sabemos que as grandes usinas já enxergaram esse potencial e estão se aproveitando dele. Agora, é a hora de os empreendedores e os consumidores em geral se beneficiarem também”, opina Fonseca.

Novas possibilidades

Com a ampliação e o amadurecimento do setor de energia solar em todo o território nacional, têm surgido cada vez mais soluções atrativas para os investidores e os consumidores finais. Alguns exemplos são: o Mercado Livre de Energia, que oferece descontos em faturas classificadas como Grupo A (alta tensão); a assinatura de energia, que oferece descontos em faturas classificadas como Grupo B (baixa tensão); e as usinas de investimento, que oferecem rentabilidade mensal, por meio do arrendamento de estruturas e equipamentos fotovoltaicos.

“Hoje em dia, muitas pessoas conhecem os benefícios da energia solar, como a economia e a sustentabilidade. Porém, muitas vezes, elas não podem ou não querem instalar um sistema fotovoltaico em seus imóveis. Ou querem ir além de suas necessidades de consumo, investindo em um projeto maior para rentabilizar. Quem trabalha nesse segmento, portanto, deve olhar para todos esses públicos e se adaptar aos desejos de cada cliente”, opina Fonseca.

Sobre a energyBrasil

A rede de franquias Energy Brasil é um ecossistema de soluções em eficiência energética e gestão de energia, que atende de forma personalizada a diferentes públicos (B2B, B2C e B2E), em todo o País. Em fevereiro de 2024, a empresa completa 5 anos como uma das principais referências do mercado de energia solar. Estamos em busca de investidores para abrir novas unidades de franquias na região Nordeste. Mais informações pelo site: www.energybrasilsolar.com.br.



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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

Mulheres na Ciência: Superando desafios e construindo caminhos para o futuro


Por Lucyane Mendes Silva 

A presença das mulheres na ciência tem sido marcada por desafios históricos, que vão desde a falta de reconhecimento até a sub-representação em cargos de liderança. No entanto, ao longo dos anos, as mulheres têm conquistado espaço e contribuído significativamente para avanços científicos em diversas áreas. Este artigo explora a trajetória das mulheres na ciência, destacando suas realizações, desafios enfrentados e as iniciativas que buscam promover a igualdade de gênero nesse campo.

Ao longo dos séculos, as mulheres enfrentaram barreiras significativas ao ingressar no mundo científico. Na Grécia Antiga, por exemplo, mulheres eram excluídas de escolas e academias. Durante a Idade Média, a participação feminina na ciência foi limitada, sendo raras as exceções, como Hildegard de Bingen. No Renascimento, apesar de algumas mulheres terem se destacado, a maioria enfrentava o preconceito de uma sociedade predominantemente patriarcal. 

O século XIX testemunhou avanços com a entrada de mulheres em instituições de ensino superior, mas ainda havia discriminação e obstáculos para o acesso a cargos de pesquisa e liderança. O movimento feminista do século XX impulsionou mudanças, mas as disparidades persistiram. Até hoje, a sub-representação feminina em ciências exatas e engenharia é notável. 


Apesar dos desafios, inúmeras mulheres deixaram sua marca na história da ciência. Marie Curie, duas vezes ganhadora do Prêmio Nobel, destacou-se na física e na química. Rosalind Franklin contribuiu significativamente para a descoberta da estrutura do DNA. Jane Goodall revolucionou a primatologia com suas pesquisas sobre chimpanzés. Esses exemplos ilustram a importância das mulheres na expansão do conhecimento científico. 

No entanto, a história também revela muitos casos de mulheres cujas contribuições foram ignoradas ou creditadas a colegas masculinos. A narrativa científica muitas vezes negligenciou mulheres brilhantes, reforçando a necessidade de reconhecimento e valorização de suas realizações. 

Apesar dos avanços, as mulheres na ciência ainda enfrentam desafios significativos. A falta de representatividade em cargos de liderança persiste, assim como disparidades salariais. Além disso, o viés de gênero pode afetar o reconhecimento e a atribuição de créditos em trabalhos científicos. 

A maternidade também é um ponto crítico, com muitas mulheres enfrentando dificuldades para conciliar a carreira científica com as responsabilidades familiares. A criação de ambientes inclusivos e políticas de apoio à maternidade torna-se fundamental para garantir a igualdade de oportunidades. 

Diversas iniciativas têm sido implementadas para promover a participação feminina na ciência. Programas de mentoria, redes de apoio e políticas de equidade de gênero têm demonstrado impacto positivo. Além disso, a conscientização sobre a importância da diversidade e inclusão tem levado instituições a implementar mudanças estruturais para criar ambientes mais acolhedores. 

As mulheres na ciência têm enfrentado desafios históricos, mas seu papel é inegável na construção do conhecimento científico. A busca pela igualdade de gênero continua a ser crucial para garantir que todas as mentes talentosas, independentemente do gênero, possam contribuir plenamente para avanços científicos futuros. Reconhecer e celebrar as realizações das mulheres na ciência é um passo importante para inspirar futuras gerações e construir uma comunidade científica mais diversificada e inovadora. 

Lucyane Mendes Silva: docente dos Cursos de Ciências da Saúde da Wyden

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Pernambucanos podem participar de workshop gratuito para ajudar empreendedores a alavancar as vendas online

O evento, que será online, ocorrerá no dia 27 de fevereiro, às 18h. As inscrições podem ser feitas pelo link: https://forms.office.com/e/8a0wUjnE6k


O Prospera Santander Microfinanças, programa de microcrédito do Santander Brasil, irá promover nesta terça-feira (27/2), às 18h, o workshop gratuito “Como usar a internet para vender mais”. A atividade será online e ministrada pela especialista em marketing digital do Banco, Vitória Marine.
 
De acordo com o E-commerce Brasil, 75% dos consumidores utilizam as redes sociais para buscar produtos. Desde o começo da pandemia, as redes sociais se tornaram grandes centros de comunicação, afetando diretamente o comportamento de compra dos consumidores. Atualmente, muitas dessas redes estão adaptando suas plataformas e inovando para unir o social ao comercial.
 
“Os empreendedores desempenham um papel crucial na economia, impulsionando a criação de empregos, estimulando a concorrência e promovendo a inovação. Por isso, o Santander se preocupa em apoiá-los em todos os momentos, desde o conhecimento para alavancar o negócio até a concessão de crédito”, explica Fernando da Hora, Head do Prospera Santander Microfinanças.
 
O curso é direcionado a empreendedores de todo o Brasil, seja ele formal ou informal. As inscrições podem ser feitas até as 17 horas do dia 27/2, pelo link: https://forms.office.com/e/8a0wUjnE6k .

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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

Representantes das Câmaras de Vereadores do Agreste Setentrional e Zona da Mata participam de capacitação sobre Comunicação e Ouvidoria através da Alepe

O encontro aconteceu em Limoeiro. Entre os assuntos abordados estavam Comunicação Integrada e Criação e/ou Desenvolvimento de Ouvidorias nas Câmaras e Prefeituras Municipais


Representantes da Câmara Municipal de Vereadores de São Vicente Férrer, no Agreste Setentrional de Pernambuco, participaram das 6ª e 7ª edições do Programa de Fortalecimento das Câmaras Municipais entre os dias 20 e 23 de fevereiro, na cidade de Limoeiro. Iniciativa realizada pela Escola do Legislativo de Pernambuco (Elepe) em parceria com o Programa Interlegis, do Senado Federal.

 


Além de Limoeiro (abrangendo o Agreste Setentrional), Caruaru também participou contemplando locais da região do Agreste Central. Estavam presentes representantes das Câmaras de Vereadores, prestadores de serviços da área de comunicação, vereadores e assessores das cidades de Limoeiro, Bom Jardim, São Vicente Férrer, Machados, entre outros.

 


O seminário aconteceu no Fórum de Limoeiro, nas margens da PE-90. O prefeito do município Orlando Jorge (PODEMOS), e o Juiz Alfredo Bandeira acolheu bem a todos que visitavam a região para participar do evento. Esteve presente também José Humberto Cavalcanti, presidente da Escola do Legislativo, ex-deputado estadual, filho de Limoeiro.

 

Jornalista Luis Correa e o Juiz Alfredo Bandeira

Com o intuito de capacitar vereadores, gestores, assessores e demais servidores das casas legislativas e poderes executivos municipais do Estado. Durante os encontros os temas abordados foram: Comunicação Integrada e Criação e/ou Desenvolvimento de Ouvidorias nas Câmaras e Prefeituras Municipais. Os seminários foram ministrados por Tadeu Sposito do Amaral (assistente legislativo do Senado Federal) e Douglas Moreno (ouvidor executivo da Alepe).

 

Segundo o presidente da Câmara de Vereadores de São Vicente Férrer, Josivan Silva (PP) foi muito proveitoso às discussões do uso das redes sociais por parte dos órgãos públicos, psicologia social, princípios da comunicação e função das ouvidorias. “Iniciativa importante e extremamente válida. Através desse curso valorizamos ainda mais os trabalhos das assessorias de imprensa e como são importantes as ferramentas hoje disponíveis para cada um de nós como a lista de transmissão no Whatsapp”, enfatizou Josivan.



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Pernambuco tem o maior ensino médio em tempo integral do Brasil

De acordo com dados do Censo Escolar 2023, Estado lidera na proporção de alunos do ensino médio matriculados em escolas de tempo integral 



Pernambuco lidera o ranking nacional de alunos matriculados no ensino médio em tempo integral, de acordo com os dados do Censo Escolar 2023, divulgados nesta quinta-feira (22) pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Isso significa que a rede pública do Estado tem a maior proporção de estudantes de ensino médio matriculados em instituições de tempo integral: 66,8%. O percentual está bem acima da média nacional, que figura em 21,9%. 


O dado aponta um crescimento em relação ao ano anterior. Em 2022, Pernambuco também liderou o ranking, com 62,5%. “Esse é um marco histórico pra gente. Logo que chegamos na gestão, nós implementamos 61 escolas em tempo integral. Neste ano de 2024, já são mais 14. Estamos implementando políticas para que o ensino fundamental em tempo integral também cresça. Com a perspectiva de mais escolas integrais ao longo dos próximos anos, vamos aumentar ainda mais esses percentuais”, projeta a secretária de Educação e Esportes de Pernambuco, Ivaneide Dantas. 



O estado conta com 567 escolas que ofertam o ensino médio em tempo integral, entre as Escolas de Referência em Ensino Médio (EREMs), Escolas de Referência em Ensino Fundamental e Ensino Médio (EREFEMs) e Escolas Técnicas Estaduais (ETEs). São quase 220 mil estudantes dessa etapa matriculados na rede pública de ensino integral mais consolidada do país, que não para de crescer.  Em 2024, foram ofertadas 36 mil novas vagas nas unidades de ensino que adotam a jornada integral, o que corresponde a um aumento de 78% em relação à oferta para o ano letivo de 2023, que foi de 20 mil vagas. 


Atualmente, a educação integral é oferecida em todos os municípios do Estado, apontando uma verdadeira universalização da modalidade para o ensino médio. Mais de 60% das escolas da Rede Estadual são de tempo integral, superando a meta do Plano Nacional de Educação para 2024. “Nosso diferencial é trabalhar não apenas com o aumento da carga horária, mas também com a integralidade do ser humano, explorando todas as suas dimensões. Isso se dá a partir das nossas alavancas de sucesso, que englobam aspectos como o projeto de vida, as eletivas e as atividades de monitoria”, explica Ana Cristina Dias, secretária executiva de Ensino Médio e Profissional. 


Para Ivaneide Dantas, a política de ensino integral repercute positivamente no dia a dia dos estudantes. “Nas escolas em tempo integral, eles têm contato com temáticas sociais, culturais, artísticas e de lazer. Esse tempo maior do fazer pedagógico realmente favorece o sucesso dos estudantes. Além disso, o aluno que fica o dia na escola está protegido, tem a alimentação garantida e está num espaço profícuo de crescimento pessoal”, considera a secretária


EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA


Neste ano letivo de 2024, o Governo do Estado implantou a primeira escola indígena integral do Brasil. Localizada no Sertão, no município de Cabrobó, a Escola de Referência em Ensino Fundamental e Ensino Médio Indígena Capitão Dena oferece educação integral aos seus estudantes do povo Truká.


Fotos: SEE/PE


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Prazo de adesão ao Pé-de-Meia termina domingo (25)

Todos os estados aprovaram o Termo de Compromisso do Pé-de-Meia. MEC aguarda até 180 adesões para conseguir levar o benefício a todos os estudantes elegíveis ao Programa



O prazo para os sistemas de ensino e as instituições federais ofertantes de ensino médio regular aderirão ao Programa Pé-de-Meia termina neste domingo, 25 de fevereiro. A assinatura do Termo de Compromisso e a indicação dos responsáveis ​​pelo envio mensal dos dados dos alunos para o Ministério da Educação (MEC) devem ser realizadas pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec) . Somente os perfis dos secretários estaduais e municipais de Educação e dos reitores das instituições federais que oferecem ensino médio regular podem acessar o módulo no Simec e fazer a adesão.


Com a assinatura do Termo, as redes ofertantes de ensino médio se comprometem a fornecer e compartilhar, com o MEC, as informações dos estudantes matriculados nessa etapa de ensino e, quando for o caso, de seus representantes legais. A cooperação entre os sistemas de ensino possibilitará o acesso dos seus alunos matriculados ao incentivo financeiro-educacional, nos termos da Lei n. 14.818/2024, que instituiu o Pé-de-Meia.


Balanço – De acordo com o levantamento realizado pelo MEC nesta sexta-feira, 23 de fevereiro, o Pé-de-Meia já recebeu 152 assinaturas do termo de compromisso. Ao todo, o Ministério aguarda até 180 adesões para conseguir levar o benefício a todos os estudantes brasileiros que se enquadram no perfil.


Segundo o levantamento, todas as redes estaduais e 67 secretarias de educação municipais ofertantes de ensino médio aderiram ao programa e indicaram os responsáveis ​​pelo envio mensal das informações dos alunos ao MEC.


Entre as redes federais ofertantes de ensino médio regular, comprometeram-se a colaborar para a execução do Pé-de-Meia: 40 Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFs); Colégio Pedro II; 2 Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets); e 14 universidades federais.


Pé-de-Meia – Instituída pela Lei n. 14.818/2024 , o Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional, na modalidade de poupança, destinado a promover a permanência e a conclusão escolar de pessoas matriculadas no ensino médio público. Seu objetivo é democratizar o acesso e reduzir a desigualdade social entre os jovens do ensino médio, além de promover mais inclusão social pela educação, estimulando a mobilidade social. Os estados, o Distrito Federal e os municípios vão colaborar e prestar as informações fáceis à execução do incentivo, a fim de possibilitar o acesso a ele para os estudantes matriculados nas respectivas redes de ensino, conforme previsto na Lei n. 14.818/2024.


Fonte: Ministério da Educação



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Por que nossos alunos aprendem tão pouco?

Ademar Pereira Batista*

 Eu vou responder. É uma boa pergunta para quem não entende como é o processo de aprendizagem humano. Nós, humanos, aprendemos o que nos interessa e, o pior: buscamos a maneira mais fácil. Portanto, não adianta pensar que basta se querer ensinar alguém, pois para ele aprender, é preciso querer.

A aprendizagem é um processo individual e temos dois caminhos: um natural e outro, não natural. O natural  é aquele em que se aprende sozinho, na  relação com a sociedade. Trata-se do que não é necessário ensinar, como andar, falar, se relacionar, as regras. Aprende-se vivendo e convivendo com as pessoas que nos rodeiam.

O não natural é aquele processo que demanda técnicas, que não se aprende sozinho, em que é necessário ensinar e exige um ambiente de aprendizagem. Dificilmente alguém aprende a ler, a escrever e a fazer contas sozinho.

 Então, a escola é um local de respeitar regras, não de  aprender as regras, pois é algo que se deve aprender naturalmente, por isso temos muitos conflitos com as regras nas escolas, todo o tempo a sociedade quer quebrar a regra.   Temos um bom exemplo no Brasil, em alguns Estados, como Santa Catarina, existe a regra de se respeitar a faixa de pedestre e todos respeitam. Entretanto, é comum ver catarinenses desrespeitando fora de seu estado de origem.

Em nosso país, os alunos aprendem pouco simplesmente porque não temos um ambiente de aprendizagem, pois chegamos na escola sem entender regras básicas, como: respeitar horário, respeitar os outros, cumprir com a obrigação, confundimos liberdade com autorização para fazer o que gostamos. A escola é uma instituição social e para garantir que haja ambiente de aprendizagem precisa ter regras claras e serem seguidas.

Por outro lado, temos uma infinidade de “especialistas” dando palpite nos assuntos da escolas, desde os pais dos alunos, até juízes e promotores. Nos assuntos relacionados à escola,  todos têm opiniões, dizendo o que e como ela deve agir no processo de aprendizagem dos alunos, mas poucos ouvem as instituições ou quem as faz funcionar.

O resultado do baixo aprendizado está exatamente na falta de ambiente de aprendizagem, podemos afirmar que “ensinagem” temos bastante no Brasil, mas para aprender é preciso ter “educação” aquela que deveria vir de casa, que são os tais “valores”. A mudança só poderá ocorrer a partir do momento em que existir um maior respeito pelo papel verdadeiro da escola: ser um ambiente de aprendizagem, seja no processo natural da convivência da comunidade escolar, seja no processo não natural das capacidades e habilidades que as instituições oferecem.

 Ademar Pereira Batista, Diretor da Federação Nacional de Escolas Particulares (FENEP)


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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024

MPA promove 1ª Formação de Gestores da Política de Aquicultura

O evento tem como objetivo principal desenvolver, inovar e fortalecer a aquicultura brasileira


OMinistério da Pesca e Aquicultura está promovendo a primeira capacitação de gestão política em aquicultura, reunindo Superintendentes Federais da Pesca e Aquicultura e equipe técnica em Brasília, de 21 a 23 de fevereiro. O evento tem como objetivo principal desenvolver, inovar e fortalecer a aquicultura brasileira.

O ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, ressaltou a relevância dessa capacitação para o MPA, enfatizando que o trabalho dos superintendentes é essencial para o sucesso das ações e atividades do ministério. A secretária Nacional de Aquicultura, Tereza Nelma, destacou a meta de impulsionar o setor, tornando-o mais moderno, produtivo, competitivo e sustentável, ajustando as políticas para atender às necessidades específicas de cada região.

Nelma enfatizou a importância da capacitação e formação de recursos humanos em diversos níveis, destacando a estruturação de cursos técnicos, graduação, pós-graduação e formação continuada em parceria com instituições de ensino e outros órgãos do governo. A assistência técnica e a extensão rural também foram ressaltadas como fundamentais nos projetos, contribuindo para o monitoramento da produção e a modernização dos sistemas de cultivo.

Durante a cerimônia, o presidente da Confederação Nacional dos Pescadores e Aquicultores, Edvando Soares de Araújo, enfatizou a importância da capacitação em psicultura, destacando que o pescador artesanal pode se tornar um aquicultor. Os presidentes da Confederação Brasileira da Pesca e Aquicultura, José Fernandes e Francisco Medeiros, da Peixe BR, ressaltaram a necessidade da capacitação como uma alternativa adicional para o setor e enfatizaram a importância da aquicultura para o país.

Fonte: Gov.br

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Governadora Raquel Lyra discute a retomada de obras de habitacionais e ações do Novo PAC para Pernambuco com o ministro das Cidades, Jader Filho


A governadora Raquel Lyra participou, nesta quinta-feira (22), de uma reunião com o ministro das Cidades, Jader Filho, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, no Distrito Federal. Na ocasião, foram tratados temas como a retomada de obras de habitacionais pelo programa federal Minha Casa, Minha Vida e outras ações estruturadoras que serão atendidas pelo Novo PAC.

"Viemos a Brasília para fazer reuniões importantes e hoje estive com o ministro Jader Filho, tratando da retomada de obras importantes, sobretudo pelo Minha Casa, Minha Vida, e obras nos corredores metropolitanos. Agradeço ao ministro e a toda sua equipe, que sempre têm atendido com disponibilidade o time do Governo de Pernambuco, que tem trabalhado para entregar as mudanças necessárias para a população", destacou a gestora.


Participante do encontro, a secretária de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Simone Nunes, comentou sobre os assuntos tratados pelo grupo. "Falamos sobre pautas importantes para Pernambuco. O Estado tem, aproximadamente, 2 mil unidades habitacionais que carecem de retomada e o Ministério das Cidades tem sinalizado que elas são prioridade", disse.


Também acompanharam a reunião o secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça, e o chefe da Assessoria Especial de Assuntos Parlamentares e Federativos do Ministério das Cidades, Glauto Wolfgang.

Fotos: Marcelo Camará/Ministério das Cidades

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